Uma antiga novela épica chinesa conta a história de um símio nascido de uma rocha mística formada pelas forças primitivas do caos, na Montanha das Flores e Frutas. Aqui se encontram suas 72 facetas!
Lendo o Manual de Redação Oficial da Presidência da República achei esse texto que me lembrou o FhC(superlativo de PhD). É um texto "(...) a partir do qual podem ser feitas inúmeras frases, combinando-se as expressões das várias colunas em qualquer ordem, com uma característica comum: nenhuma delas tem sentido! O quadro tem aqui a função de sublinhar a maneira de como não se deve escrever:"
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FONTE: Manual de redação da Presidência da República. 2. ed. rev. e atual. – Brasília: Presidência da República, 2002.
"Após a experiência dos ataques repetidos, convém-me a humildade. Assim pois: paciência. Sofrer sem se queixar é a única lição que se deve aprender nesta vida".
Aqueles que são mais assíduos a esse blog já devem ter percebido meu gosto pelas obras do pintor holandês do século XIX Vincent van Gogh (1853-1890), o qual comparo, em alguns aspectos de sua vida, com o personagem machadiano Brás Cubas. Enfim, por gostar tanto desse célebre pintor é que iniciarei nova série de postagens, que dessa vez consistirá em imagens das obras do pintor maldito e trechos de suas cartas enviadas ao irmão Théo durante sua vida, deixando o artista falar por si e o leitor extrair o que seu coração encontrar em cada traço. Portanto, apreciem o primeiro quadro dessa galeria de arte quinzenal que será "Van Gogh, a Tragédia e a Cor".
*Texto escrito em conjunto com Davi Mesquita, Gabriel Aguiar, Leandro Martins, Rafael Soares e RodrigoCarneiro Franco.
1. O que é diversificação corporativa?
É quando a empresa opera em múltiplos setores e/ou mercados. No caso de operação em setores diferentes, é denominada estratégia de diversificação de produtos; ao operar em diferentes mercados geográficos, chama-se estratégia de diversificação de mercados; e, se a operação acontece nos dois tipos de diversificação simultaneamente, tem-se a estratégia de diversificação produto-mercado.
Em alguns momentos, quando empresas fazem a verticalização para frente ou para trás de suas operações, acabam diversificando seus produtos ou mercados, pois passam a atuar em mercados ou setores que não atuavam antes, possibilitando aproximação com as matérias-primas (upstream) ou com os clientes (downstream). Entretanto, o foco, na integração, é diferente, com essas diversificações ocorrendo apenas como consequências.
Francisco de Assis França (Chico Science) - (1966-1997)
À moça que me deixa zarolho, à moça que me deixa cambaio!
Neste momento queria teu seio para sobre ele me debruçar, porém, atrás da porta, imagina...! Percebi meu desalento e, nessa noite sem lua cheia, caio num choro bandido: o que andará fazendo aquela mulher?
Sei que as vezes acho que essa moça tá diferente, mas, se passeio no mundo livre ou me perco num baile perfumado, me pergunto sobre essa sensação: O Que Será?
De todas as maneiras, sei que sem você, bem querer, ou que apesar de você, Risoflora, sonhos, sonhos são.
E se tu és a moça do sonho, me pergunto: por que logo eu? Mas, não espero num Ano Novo o chegar de meu acalanto, pois, se é verdade que não existe pecado ao Sul do Equador, não ousarei em gritar: Tira a mão de mim!!!!
Na verdade, o que desejo é fazer desse amor uma construção, erguida com açúcar, erguida com afeto, para colorir mais e mais minha história! Ora, sei lá, a Vida tem sempre Razão! E, se você vai me seguir, então quero ser tua tatuagem! Assim, minha Filosofia será essa: pensar no que fazer quando o carnaval chegar e, se morrer é destino certo, desejo morrer de tanto amar.
Então, deixe os olhos nos olhos e tenta traduzir-se! Ora, tu sabes que meu banditismo é por uma questão de classe e por isso peço que a cada volta do malandro se faça teus mil perdões!
Portanto, desejo ouvir dos doces lábios teus a cada amanhecer: Acorda Amor! Mas, se teu falar falar diferente (Vai trabalhar, vagabundo!), ainda assim te darei um chão de esmeraldas onde junto a ti dançarei uma valsa brasileira na noite dos mascarados, mesmo que para tanto eu tenha que pedir favores ao meu caro amigo, Jorge (Maravilha!), lhe agradecendo assim: Deus lhe pague!
"A propaganda é a alma do negócio", dizem os marketeiros. Mas, será que é tudo simples assim: invista numa boa campanha de Marketing e o sucesso é garantido? Não, fazer uma boa propaganda para um péssimo produto é solicitar carta de dispensa do mercado! A organização atual deve prezar não apenas pela imagem que passa de si e de seu produto ou serviço, mas também pelo o que entrega ao cliente e pelo o que ocorre ao cliente após o recebimento do produto ou serviço. Com relação a produto e serviço, o Código de Defesa do Consumidor relata, em seu artigo 37, a proibição a publicidades enganosas ou abusivas. Entregar o que se ofereceu e nas condições que ofereceu é o mínimo que se espera de qualquer empresa, é piso, parafraseando o estimado Prof. Msc. Josué Monteiro, do @cursoadmfaci.
Mas, o ponto é que essa conformidade entre o que é entregue e o que se promete não deve se manter apenas em produtos e serviços, deve se expandir para toda a organização, caso contrário os resultados podem ser nada agradáveis. A Arezzo sentiu recentemente na pele (literalmente) o peso desse tipo de postura: prometeu vender tendência em moda mas entregou práticas de maus-tratos a animais! Resultado: foi obrigada a retirar sua "Pelemania" de campo (ou de cabide, como queira). Sem falar na Renault, que "ganhou" um siteexclusivamente para falar dos "atributos" de um de seus produtos.
Enfim, o que defendo é que as empresas não devem apenas se importar com suas campanhas de (De)Marketing, e nem com a conformidade entre anúncio e entrega, mas ir além e alinhar produto/serviço, propaganda e, principalemnte, postura. Um conselho?! Ouçam um pouco mais de Nação Zumbi!
Propaganda
(Nação Zumbi)
"Comprando o que parece ser
Procurando o que parece ser
O melhor pra você
Proteja-se do que você
Proteja-se do que você vai querer
Para as poses, lentes, espelhos, retrovisores
Vendo tudo reluzente
Como pingente da vaidade
Enchendo a vista, ardendo os olhos
O poder ainda viciando cofres
Revirando bolsos
Rendendo paraísos nada artificiais
Agitando a feira das vontades
E lançando bombas de efeito imoral
Gás de pimenta para temperar a ordem
Gás de pimenta para temperar
Corro e lanço um vírus no ar
Sua propaganda não vai me enganar
Como pode a propaganda ser a alma do negócio
Se esse negócio que engana não tem alma?
Vendam, comprem
Você é a alma do negócio
Necessidades adquiridas na sessão da tarde
A revolução não vai passar na TV, é verdade
Sou a favor da melô do camelô, ambulante
Mas 100% antianúncio alienante
Corro e lanço um vírus no ar
Sua propaganda não vai me enganar
Eu vi a lua sobre a Babilônia
Brilhando mais do que as luzes da Time Square
Como foi visto no mundo de 2020
A carne só será vista num livro empoeirado na estante
Como nesse instante, eu tô tentando lhe dizer
Que é melhor viver do que sobreviver
O tempo todo atento pro otário não ser você
Você é a alma do negócio, a alma do negócio é você
CVP é uma sigla utilizada em Administração que significa Ciclo de Vida de Produto. O CVP consiste na relação entre o volume de vendas e o tempo em que um produto passa no mercado, sendo de difícil definição. Sua importância é devida ao fato de que, por considerar o desempenho das vendas de determinado produto ou serviço ao longo de um tempo específico, as empresas podem, por meio dessa análise, decidir o momento de iniciar campanhas de revitalização do produto ou mesmo decidir sobre sua "morte" e/ou substituição.
Durante essa última semana fomos surpreendidos por manifestações no Tuíter de um suposto #orgulhoFhC, o que me causa indignação, afinal, até o referido episódio, eu achava que orgulho e FHC não poderiam figurar no mesmo contexto. Enfim, conversando sobre o assunto com a antropofágica Jéssica Souza, fiquei sabendo de um tal texto do Millôr em "homenagem" ao ilustríssimo ex-presidente da República e, dando uma googada, o encontrei no Óleo do Diabo (coincidência?) e decidi colocá-lo a seguir. Divirtam-se!
LIÇÃO PRIMEIRA
De uma coisa ninguém podia me acusar — de ter perdido meu tempo lendo FhC (superlativo de PhD). Achava meu tempo melhor aproveitado lendo o Almanaque da Saúde da Mulher. Mas quando o homem se tornou vosso Presidente, achei que devia ler o Mein Kampf (Minha Luta, em tradução literal) dele, quando lutava bravamente, no Chile, em sua Mercedes (“A mais linda Mercedes azul que vi na minha vida”, segundo o companheiro Weffort, na tevê, quando ainda não sabia que ia ser Ministro), e nós ficávamos aqui, numa boa, papeando descontraidamente com a amável rapaziada do Dops-DOI-CODI.
Quando, afinal, arranjei o tal Opus Magno — Dependência e Desenvolvimento na América Latina — tive que dar a mão à palmatória. O livro é muito melhor do que eu esperava. De deixar o imortal Sir Ney morrer de inveja. Sem qualquer partipri, e sem poder supervalorizar a obra, transcrevo um trecho, apanhado no mais absoluto acaso, para que os leitores babem por si:
"É evidente que a explicação técnica das estruturas de dominação, no caso dos países latino-americanos, implica estabelecer conexões que se dão entre os determinantes internos e externos, mas essas vinculações, em que qualquer hipótese, não devem ser entendidas em termos de uma relação 'casual-analítica', nem muito menos em termos de uma determinação mecânica e imediata do interno pelo externo. Precisamente o conceito de dependência, que mais adiante será examinado, pretende outorgar significado a uma série de fatos e situações que aparecem conjuntamente em um momento dado e busca-se estabelecer, por seu intermédio, as relações que tornam inteligíveis as situações empíricas em função do modo de conexão entre os componentes estruturais internos e externos. Mas o externo, nessa perspectiva, expressa-se também como um modo particular de relação entre grupos e classes sociais de âmbito das nações subdesenvolvidas. É precisamente por isso que tem validez centrar a análise de dependência em sua manifestação interna, posto que o conceito de dependência utiliza-se como um tipo específico de 'causal-significante’ — implicações determinadas por um modo de relação historicamente dado e não como conceito meramente 'mecânico-causal', que enfatiza a determinação externa, anterior, que posteriormente produziria ‘conseqüências internas’.”
Concurso – E-mail: Qualquer leitor que conseguir sintetizar, em duas ou três linhas (210 toques), o que o ociólogo preferido por 9 entre 10 estrelas da ociologia da Sorbonne quis dizer com isso, ganhará um exemplar do outro clássico, já comentado na primeira parte desta obra: Brejal dos Guajas — de José Sarney.
LIÇÃO SEGUNDA
Como sei que todos os leitores ficaram flabbergasted (não sabem o que quer dizer? Dumbfounded, pô!) com a Lição primeira sobre Dependência e Desenvolvimento da América Latina, boto aqui outro trecho — também escolhido absolutamente ao acaso — do Opus Magno de gênio da "profilática hermenêutica consubstancial da infra-estrutura casuística", perdão, pegou-me o estilo. Se não acreditam que o trecho foi escolhido ao acaso, leiam o livro todo. Vão ver o que é bom!
Estrutura e Processo: Determinações Recíprocas
“Para a análise global do desenvolvimento não é suficiente, entretanto, agregar ao conhecimento das condicionantes estruturais a compreensão dos ‘fatores sociais’, entendidos estes como novas variáveis de tipo estrutural. Para adquirir significação, tal análise requer um duplo esforço de redefinição de perspectivas: por um lado, considerar em sua totalidade as ‘condições históricas particulares’ — econômicas e sociais — subjacentes aos processos de desenvolvimento no plano nacional e no plano externo; por outro, compreender, nas situações estruturais dadas, os objetivos e interesses que dão sentido, orientam ou animam o conflito entre os grupos e classes e os movimentos sociais que ‘põem em marcha’ nas sociedades em desenvolvimento. Requer-se, portanto, e isso é fundamental, uma perspectiva que, ao realçar as mencionadas condições concretas — que são de caráter estrutural — e ao destacar os móveis dos movimentos sociais — objetivos, valores, ideologias —, analise aquelas e estes em suas relações e determinações recíprocas. (…) Isso supõe que a análise ultrapasse a abordagem que se pode chamar de enfoque estrutural, reintegrando-a em uma interpretação feita em termos de ‘processo histórico’ (1). Tal interpretação não significa aceitar o ponto de vista ingênuo, que assinala a importância da seqüência temporal para a explicação científica — origem e desenvolvimento de cada situação social — mas que o devir histórico só se explica por categorias que atribuam significação aos fatos e que, em conseqüência, sejam historicamente referidas.
(1) Ver, especialmente, W. W. Rostow, The Stages of Economic Growth, A Non-Communist Manifest, Cambridge, Cambridge University Press, 1962; Wilbert Moore, Economy and Society, Nova York, Doubleday Co., 1955; Kerr, Dunlop e outros, Industrialism and Industrial Man, Londres, Heinemann, 1962.”
Comentário do Millôr, intimidado: A todo momento, conhecendo nossa precária capacitação para entender o objetivo e desenvolvimento do seu, de qualquer forma, inalcançável saber, o professor FhC faz uma nota de pata de página. Só uma objeçãozinha, professor. Comprei o seu livro para que o senhor me explicasse sociologia. Se não entendo o que diz, em português tão cristalino, como me remete a esses livros todos? Em inglês! Que o senhor não informa onde estão, como encontrar. E outra coisa, professor, paguei uma nota preta pelo seu tratado, sou um estudante pobre, não tenho mais dinheiro. Além do que, confesso com vergonha, não sei inglês. Olha, não vá se ofender, me dá até a impressão, sem qualquer malícia, que o senhor imita um velho amigo meu, padre que servia na Paróquia de Vigário-Geral, no Rio. Sábio, ele achava inútil tentar explicar melhor os altos desígnios de Deus pra plebe ignara do pequeno burgo e ensinava usando parábolas, epístolas, salmos e encíclicas. E me dizia: “Millôr, meu filho, em Roma, eu como os romanos. Sendo vigário em Vigário-Geral, tenho que ensinar com vigarice".
LIÇÃO TERCEIRA
Há vezes, e não são poucas, em que FhC atinge níveis insuperáveis. Vejam, pra terminar esta pequena explanação, este pequeno trecho ainda escolhido ao acaso. Eu sei, eu sei — os defensores de FhC, a máfia de beca, dirão que o acaso está contra ele. Mas leiam:
“É oportuno assinalar aqui que a influência dos livros como o de Talcot Parsons, The Social System, Glencoe, The Free Press, 1951, ou o de Roberto K. Merton, Social Theory and Social Structure, Glencoe, The Free press, 1949, desempenharam um papel decisivo na formulação desse tipo de análise do desenvolvimento. Em outros autores enfatizaram-se mais os aspectos psicossociais da passagem do tradicionalismo para o modernismo, como em Everett Hagen, On the Theory of Social Change, Homewood, Dorsey Press, 1962, e David MacClelland, The Achieving Society, Princeton, Van Nostrand, 1961. Por outro lado, Daniel Lemer, em The Passing of Traditional Society: Modernizing the Middle East, Glencoe, The Free Press, 1958, formulou em termos mais gerais, isto é, não especificamente orientados para o problema do desenvolvimento, o enfoque do tradicionalismo e do modernismo como análise dos processos de mudança social”.
Amigos, não é genial? Vou até repetir pra vocês gozarem (no bom sentido) melhor: “formulou (em termos mais gerais, isto é, não especificamente orientados para o problema do desenvolvimento) o enfoque (do tradicionalismo e do modernismo) como análise (dos processos de mudança social)”.
Formulou o enfoque como análise!
É demais! É demais! E sei que o vosso sábio governando, nosso FhC, espécie de Sarney barroco-rococó, poderia ir ainda mais longe.
Poderia analisar a fórmula como enfoque.
Ou enfocar a análise como fórmula.
É evidente que só não o fez em respeito à simplicidade de estilo.
Tópico avulso sobre imodéstia e pequenos disparates do eremita preferido dos Mamonas Assassinas.
Vaidade todos vocês têm, não é mesmo? Mas há vaidades doentias, como as das pessoas capazes de acordar às três da manhã para falar dois minutos num programa de tevê visto por exatamente mais ou menos ninguém. Há vaidades patológicas, como as de Madonas e Reis do Roque, só possíveis em sociedades que criaram multidões patológicas.
Mas há vaidades indescritíveis. Vaidade em estado puro, sem retoque nem disfarce, tão vaidade que o vaidoso nem percebe que tem, pois tudo que infla sua vaidade é para ele coisa absolutamente natural. Quem é supremamente vaidoso, se acha sempre supremamente modesto. Esse ser existe materializado em FhC (superlativo de PhD). Um umbigo delirante.
O que me impressiona é que esse homem, que escreve mal — se aquilo é escrever bem o meu poodle é bicicleta — e fala pessimamente — seu falar é absolutamente vazio, as frases se contradizem entre si, quando uma frase não se contradiz nela mesma, é considerado o maior sociólogo brasileiro.
Nunca vi nada que ele fizesse (Dependência e Desenvolvimento na América Latina, livro que o elevou à glória, é apenas um Brejal dos Guajas, mais acadêmico) e dissesse que não fosse tolice primária. “Também tenho um pé na cozinha”, “(os brasileiros) são todos caipiras”, “(os aposentados) são uns vagabundos”, “(o Congresso) precisa de uma assepsia”, “Ser rico é muito chato”, “Todos os trabalhadores deviam fazer checape”, “Não vou transformar isso (a moratória de Itamar) num fato político”. “Isso (a violência, chamada de Poder Paralelo) é uma anomia”. E por aí vai. Pra não lembrar o vergonhoso passado, quando sentou na cadeira da prefeitura de São Paulo, antes de ser derrotado por Jânio Quadros, segundo ele “um fantasma que não mete mais medo a ninguém”.
Eleito prefeito, no dia seguinte Jânio Quadros desinfetou a cadeira com uma bomba de Flit.
E, sempre que aproxima mais o país do abismo no qual, segundo a retórica política, o Brasil vive, esse FhC (superlativo de PhD) corre à televisão e deita a fala do trono, com a convicção de que, mais do que nunca, foi ele, the king of the black sweetmeat made of coconuts (o rei da cocada preta), quem conduziu o Brasil à salvação definitiva e à glória eterna. E que todos querem ouvi-lo mais uma vez no Hosana e na Aleluia. Haja!