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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: The Yellow House (The Street)

The Yellow House (The Street), 1888, Vincent van Gogh (1853-1890)

"É uma coisa admirável olhar um objeto e achá-lo belo, pensar nele, retê-lo, e dizer em seguida: vou desenhá-lo, e trabalhar então até que ele esteja reproduzido.
Naturalmente, contudo, esta não é uma razão para que eu me sinta satisfeito com minha obra a ponto de acreditar que não precisaria melhorá-la. Mas o caminho para fazer melhor mais tarde é fazer hoje tão bem quanto possível, e então naturalmente haverá progresso amanhã".
(Vincent van Gogh, Haia, abril de 1882)

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Wheat Field with the Alpilles Foothills in the Background

Wheat Field with the Alpilles Foothills in the Background, 1888, Vincent van Gogh (1853-1890)
"E é a consciência de que nada (exceto a doença) pode me arrancar esta força que começa agora a se desenvolver, é esta consciência que faz com que eu encare o futuro com coragem, e que no presente eu possa suportar muitos dissabores".
(Vincent van Gogh, Haia, abril de 1882)

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Sunflowers - 1

Sunflower - 1, 1889, Vincent van Gogh (1853-1890)

 "Um girassol se apropriou de Deus: foi em
Van Gogh."
(Manoel de Barros, no poema Uma didática da invenção, do O Livro das Ignorãças)

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: The Potato Eaters

The Potato Eaters, 1885, Vincent van Gogh (1853-1890)
"Sinto-me muito inclinado à melancolia quando vejo tanta gente dar tanta importância às coisas, mas não tenho a mínima intenção de ficar eu próprio melancólico e de deixar abater-se a coragem com que estou armado. Longe de mim esta ideia.
Quem quiser que seja melancólico, para mim já basta, eu quero apenas ficar feliz como uma cotovia na primavera".
(Vincent van Gogh, Etten, 7 de setembro de 1881)

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Congregation Leaving the Reformed Church in Nuenen

Congregation Leaving the reformed Church in Nuenen, janeiro-fevereiro de 1884 e outono de 1885, Vincent van Gogh (1853-1890)

"Théo, eu decididamente não sou um paisagista; se faço paisagens, sempre haverá nelas vestígios de figuras".
(Vincent van Gogh, Haia, 7 de janeiro de 1882)


Obs.: na manhã de 7 de dezembro de 2002, esta pintura, além do quadro View of the Sea at Scheveningen, foi roubada do Van Gogh Museum, em Amsterdam. Em dezembro de 2003, a polícia holandesa condenou dois homens pelo crime, mas as obras não foram recuperadas. Caso tenham quaisquer informações sobre a localização dos quadros, entrem em contato com a embaixada ou consulado holandês mais próximo.


sábado, 27 de setembro de 2014

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Bobbin Winder

Bobbin Winder, 1885, Vincent van Gogh (1853-1890)
"[...] creia-me, as 'pequenas misérias' também têm seu valor. Às vezes ficamos desolados, há momentos em que acreditamos estar no inferno, mas há ainda outras coisas, e melhores".
(Vincent van Gogh, Etten, 3 de setembro de 1881)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Gamin au Képi

Gamin au Képi, 1888, Vincent van Gogh (1853-1890)

"Espere, talvez algum dia você verá que eu também sou um trabalhador, e embora eu não saiba de antemão o que me será possível, espero ainda fazer alguns rabiscos onde poderia haver algo de humano. [...] O caminho é estreito, a porta é estreita, são poucos os que a encontram".
 (Vincent van Gogh, Cuesmes, 20 de agosto de 1880)

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Sunflowers - 3

Sunflowers - 3, Vincent van Gogh (1853-1890)

"E os homens ficam frequentemente impossibilitados de fazer algo, prisioneiros de não sei que prisão horrível, horrível, muito horrível.
Há também, eu sei, a libertação, a libertação tardia".
(Vincent van Gogh, Wasmes, julho de 1880) 
 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Van gogh, a Tragédia e a Cor: Portrait of Alexander Reid

Portrait of Alexander Reid, 1887, Vincent van Gogh (1853-1890)
 "Escrevo-lhe um pouco ao acaso o que me vem à pena, ficaria contente se de alguma maneira você pudesse ver em mim mais que um vagabundo"
(Vincent van Gogh, Wasmes, julho de 1880) 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: vida e aventura espiritual em curta-metragem

"Há quem fique abstraído demais, sonhador demais; talvez seja o que ocorre comigo, mas é minha culpa. Afinal, quem sabe, não havia motivo para isto. Estava abstraído, preocupado, inquieto por uma ou outra razão, mas a gente se refaz! O sonhador às vezes cai num poço, mas dizem que logo ele se reergue".
(Vincent van Gogh, Wasmes, julho de 1880)
 


Ficha técnica
Título: Van Gogh
País: França Ano: 1948
Direção e edição: Alain Resnais
Narrador: Claude Dauphin
Roteiro: Gaston Diehl e Robert Hessens
Produção: Pierre Braunberger, Gaston Diehl e Robert Hessens
Música original: Jacques Besse
Fotografia: Henry Ferrand
Versão original em francês com legendas em espanhol
Duração: 18 min.

Sinopse: o cineasta francês Alain Resnais foi convidado em 1948 a fazer um filme sobre as pinturas de Van Gogh, coincidindo com uma exposição que se estava montando em Paris. A película foi filmada inicialmente em 16 mm, mas quando o produtor Pierre Braunberger viu os resultados, pediu para Resnais refazê-lo em 35 mm. Van Gogh recebeu um prêmio na Bienal de Veneza em 1948, e também ganhou um Oscar de melhor curta-metragem (de dois rolos) em 1949.
Este filme tenta reconstruir, unicamente através de suas obras, a vida e a aventura espiritual de um dos maiores pintores modernos. O gênio e a importância de Vincent van Gogh são, hoje em dia, universalmente reconhecidos. No entanto, Van Gogh teve que lutar e trabalhar desesperadamente na miséria e em meio de uma indiferença quase total para tentar alcançar mediante sua pintura o absoluto que vislumbrava.
(Traduzido livremente da página no vimeo de Victor Hugole)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Basket of Pansies on a Table

Basket of Pansies on a Table, 1886, Vincent van Gogh (1853-1890)

"Portanto, você não deve acreditar que eu renegue isto ou aquilo, sou uma espécie de fiel na minha infidelidade e, embora mudado, sou o mesmo e meu tormento não é mais do que este: no que eu poderia ser bom?"
(Vincent van Gogh, Wasmes, julho de 1880)

sexta-feira, 22 de março de 2013

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Gauguins Chair

Gauguin's chair, 1888, Vincent van Gogh (1853-1890)
"[...] Entre dois seres, ele e eu, um todo vulcão e o outro fervendo também, mas de alguma forma preparava-se uma batalha.
Primeiramente achei, em tudo e por tudo, uma desordem que me chocou. A caixa de cores mal bastava para conter tubos espremidos, nunca fechados, e, apesar dessa desordem, desse desperdício, um todo brilhava na tela; também em suas palavras. Daudet, Goncourt, a Bíblia queimavam esse cérebro de holandês. [...]
[...] Tive a ideia de fazer seu retrato pintando a natureza-morta que ele tanto amava, a dos girassóis. Quando terminei, ele me disse: 'Sou eu mesmo, mas eu enlouquecido'.
Na mesma noite fomos ao café. Ele tomou um absinto leve.
De repente, ele me jogou na cara o copo e o seu conteúdo. Aparei o golpe e, pegando-o forte pelo braço, saí do café, atravessei a praça Victor Hugo e, alguns minutos depois, Vincent achava-se em sua cama, onde em alguns segundos dormiu para se levantar somente na manhã seguinte.
Ao despertar, muito calmo, ele me disse: 'Meu caro Gauguin, tenho uma vaga lembrança de que ontem à noite o ofendi'.
- Eu o perdoo de bom grado e de todo coração, mas a cena de ontem poderia se repetir, e se eu fosse atacado poderia perder as estribeiras e estrangulá-lo. Permita-me então escrever ao seu irmão para anunciar-lhe meu regresso.
Que dia, meu Deus!
Chegando a noite, acabara meu jantar e sentia a necessidade de ir sozinho respirar o ar perfumado dos loureiros em flor. Já atravessara quase inteiramente a praça Victor Hugo, quando ouvi atrás de mim um pequeno passo bem conhecido, rápido e irregular. Virei-me no exato momento em que Vincent se precipitava sobre mim com uma navalha aberta na mão. Meu olhar nesse momento deve ter sido muito poderoso, pois ele parou e, baixando a cabeça, retomou correndo o caminho de casa.
Será que fui covarde nesse momento e não deveria tê-lo desarmado e procurado acalmá-lo? Várias vezes interroguei minha consciência e não me censurei em nada.
Quem quiser que me jogue a primeira pedra. [...]
[...] Nos Monstros, Jean Dolent escreve:
'Quando Gauguin diz: Vincent, sua voz é doce'.
Não sabendo disso, mas tendo adivinhado, Jean Dolent tem razão. Sabemos por quê".

(Paul Gauguin, sobre o incidente de automutilação de Van Gogh, em seu livro Antes e Depois)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Olive Grove



Oliver Grove, 1889, Vincent van Gogh (1853-1890)

"Mas é preciso aprender a ler, como é preciso aprender a ver e aprender a viver".
(Vincent van Gogh, Wasmes, julho de 1880) 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Banks of the Seine

"Não conheço melhor definição da palavra arte que esta: 'A arte é o homem acrescentado à natureza'; à natureza, à realidade, à verdade, mas com significado, com uma concepção, com um caráter, que o artista ressalta, e aos quais dá expressão, 'resgata', distingue, liberta, ilumina".
(Vincent van Gogh, Wasmes, junho de 1879)

Banks of the Seine, 1887, Vincent van Gogh (1853-1890)

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Vincent's chair and his pipe

"Deu um tiro de pistola em sua barriga e foi somente algumas horas depois, deitado no seu leito e fumando seu cachimbo, que ele morreu, guardando toda a sua lucidez de espírito, com amor por sua arte e sem ódio aos outros".

Vincent's Chair and his pipe, 1888 - Vincent van Gogh (1853-1890)

terça-feira, 10 de julho de 2012

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Cows (after Jordaens)

"[...] uma vitória, após toda uma vida de trabalho e de esforço, vale mais que uma vitória obtida mais cedo". 
(Vincent van Gogh, Amsterdam, 3 de abril de 1878)

Cows (after Jordaens), 1890, Vincent van Gogh (1853-1890)

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: A Pair of Leather Clogs

"C.M* me pergunta então se uma mulher ou uma moça que fossem belas não me agradariam, mas eu lhe disse que me sentiria melhor e combinaria mais com uma que fosse feia, velha ou pobre, ou infeliz, por qualquer razão, mas que tivesse alcançado a inteligência e uma alma pela experiência de vida e pelas provações ou desgostos".
(Vincent van Gogh, Amsterdam, 9 de janeiro de 1878)

A Pair of Leathers Clogs, 1888, Vincent van Gogh (1853-1890)
*C.M é a abreviação do nome de um tio de Van Gogh, Cornelius-Marinus, também chamado de Cor.

domingo, 3 de junho de 2012

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: An Old Woman from Arles

"...a vida não nos teria sido dada para enriquecer nossos corações, mesmo quando o corpo sofre?"
(Vincent van Gogh, Amsterdam, 9 de janeiro de 1878)

An Old Woman of Arles, 1888, Vincent van Gogh (1853-1890)   

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Almond Tree in Blossom

"...ache belo tudo o que puder, a maioria das pessoas não acha belo o suficiente".
(Vincent van Gogh, Londres, janeiro de 1874)

Almond Tree in Blossom, 1888 - Vincent van Gogh (1853-1890)

terça-feira, 17 de abril de 2012

Van Gogh, a Tragédia e a Cor: Restaurant at Asnières

Restaurant at Asnières, 1887 - Vincent van Gogh (1853-1890)
"'Somos hoje o que éramos ontem'. Isto não significa que se deva marcar passo, e não tentar desenvolver-se, ao contrário, há uma razão imperiosa para fazê-lo e buscá-lo".
(Vincent van Gogh, Amsterdam, 3 de abril de 1878)

Fora, Temer!